domingo, 21 de novembro de 2010

YouTube Channel ~Eduardo Miyasaki~

Minasan konnichiwa~!!!! Genki??


Hai hai hai, estou aqui para divulgar meu canal no YoutTube, ainda está no começo, mas eu posto DubCover de J-pop!! Para quem não sabe DubCover é uma cover dublando!! xD HUEHEUEHUEHEUHEUEHEUHEU
São meio que inúteis os videos, mas é um mais um hobby que tenho, por conta da minha grande paixão pelo J-music!! Venham por favor!!

EduardoMiyasaki Channel

Mitekudasai ne!!
Arigatou gozaimasu desde já!! Dewa ne!! ( '°u°)/

domingo, 3 de outubro de 2010

Site PerfumeBr Fan Base


Minasan, konnichiwa!! ^-^/ Estou divulgando aqui o Site PerfumeBr Fan Base. Para quem não conhece, Perfume é um grupo de música thecno pop Japonesa (que cá entre nós, é a razão de minha vida!! nyahihihih xD), no blog vocês encontrarão desde notícias até biografia, agenda e todas etecéteras!! ^__^~ O site é formado pela parceria do Redges-kun e mais Neji-kun da comunidade Perfume Jpop, do orkut!! ENTREM e COMENTEM!! *-* É MUITO BOM!! Recomendo!! x3 http://www.perfume-br.com/

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

- fanfic- Shiawase nano (しあわせ なの)

Minasan konnichiwa!! Ohisashiburi desu ne~ Estou reativando meu blog, finalmente consegui bom tempo para escrever, então vou reinalgurar com minha primeira fanfic que escrevi!! ^__^~ Espero que gostem!! Mitekudasai ne! Douzo! Yokohama, 2010, 5º dia de verão; foi nesse dia em que passei a creditar no amor das pessoas. Quando somente uma palavra para mim, significou mais do que qualquer gesto de uma vida inteira. Meu nome é Miyasaki Ken, e estudo no 3º colegial do colégio Higashi. Por algum motivo não especificado, aquele dia seria o último dia de aula da semana, assim teríamos um dia a mais para descansar. Com o calor violento que fazia na sala, todos com olhares cansados e desanimados, com as testas brilhantes de suor, mesmo que fosse somente o começo da primeira aula, e mesmo que a sala fosse dotada de dois condicionadores de ar, ansiosamente Oda-sensei entra rapidamente na sala e nos dá a notícia de tal acontecimento, nosso repentino dia de folga, o qual mais tarde eu saberia o real motivo. Todos receberam a noticia com muita felicidade e instantaneamente faziam planos de passeios e festas, como se fosse o começo das férias, que haviam terminado somente há poucos dias, e mesmo com o ar quente e seco, a notícia foi como uma injeção de ânimo. Depois daquilo a aula rendeu bastante. Chega a hora do almoço. Mas com toda euforia da notícia que estavam, aparentemente ninguém saiu da sala; somente o líder que estranhamente sumia durante todo intervalo. Na verdade sempre quis saber o que ele fazia, parecia ser uma pessoa muito misteriosa, e não aparentava ser popular como a maioria dos representantes de classe. De certa forma eu o admirava. Influenciado por todas as risadas e festejos dos companheiros de sala, eu comia vagarosamente meu almoço, o qual tinha preparado na noite passada, já que com todo calor que fazia ultimamente, não conseguia dormir bem, assim não sobrava tempo de manhã para me aprontar melhor. E seguido e leves sorrisos, comecei a planejar, assim como meus colegas de classe, algo para fazer no misterioso dia de folga. Porém ao contrário da maioria, eu não tinha ninguém relativamente mais íntimo para convidar, como pensava no momento, em ir à praia. Mesmo assim me virei de costas ao quadro e perguntei a uma antiga amiga do primário, Minami Okui, se ela gostaria de ir à praia no dia seguinte. Sarcasticamente ela me olhou, com os olhos reluzentes de maquiagem e a pele quase plástica, sorrindo e falou: "Ken-kun, foi mal, mas não rola!! Meu namorado iria ficar com ciúmes e minhas amigas já programaram algo para nós." Sorrindo, pedi desculpas e agradeci ao mesmo tempo, pensando que não foi tão ruim quanto imaginava, afinal não saberia se realmente me sentiria bem perto dela, pois tinha mudado radicalmente depois que sua mãe teve um bebê, assim nossa amizade foi enfraquecendo, até se resumir a um simples "oi" ao chegar à sala. Em mais uma tentativa frustrada meu olhos procuravam alguém que eu poderia ter mais intimidade. Quando finalmente pensava em ter achado, um aluno transferido de uma escola de Tokyo, Masaki Kumai, que tentava conversar sobre comida comigo todo almoço, gritava euforicamente, "Vou para Kyoto ver meus avós!". Naquele momento minhas esperanças tinham sido dizimadas, pois eram as únicas pessoas as quais, ainda que levemente, eu imaginava algum momento de amizade. Voltei a sentar em minha mesa, e terminei meu obentô, com um leve sorriso no rosto, influenciado pela alegria que me cercava. Passaram-se as horas, até chegar o momento de voltar para casa. O dia foi igual como os outros, tirando o fato de que o acíduo líder de sala ter voltado mais tarde de seu misterioso desaparecimento e ter esquecido os formais cumprimentos aos professores da segunda aula. Pensaria mais nisso se eu não tivesse parado o tempo quando de forma repentina, senti meus ombros serem tocados rudemente por colegas de sala se despedindo. E num simples "até semana que vem!" me vi sozinho novamente. Um suspiro me embalou para o caminho de casa. Naquele dia tão quente, eu não vi mais nada em minha frente ao chegar em casa, somente um banho e uma cama. Desde o primeiro colegial, passei a morar sozinho em Yokohama por opção própria. Depois que a mamãe se casou com outro homem e o papai mudou-se de cidade, não suportei mais o clima pesado em casa. Talvez não fosse totalmente real tal situação, mas decidi ser uma pessoa mais responsável por si mesma. Morar sozinho tem suas vantagens, mas é uma prova árdua de força. Fechei os olhos e deixei com que o cansaço me levasse. Na manhã seguinte acordei com meu celular tocando. Uma mensagem da mamãe havia chegado, e nela escrito: "Ken-chan, como está? A mamãe está indo viajar para o Hawaii esta semana com Pyun-chi~<3. Volto daqui a 2 semanas."; li o recado com os olhos ainda inchados de sono e nesse momento tive uma intensa vontade de jogar celular no chão e dar um grito que ecoasse por toda casa, porém tive a força de me segurar, ainda que indignado pela atitude da mamãe, já que desde que me mudei para Yokohama, ela nunca veio me visitar. Depois da separação com o papai, dedica todo seu tempo ao trabalho e ao preguiçoso marido dela, que ridiculamente apelida de "Pyun-chi". Creo que foi meu maior motivo para sair de perto “dessa” família. Levemente olhando para o nada me recordei de que aquele dia era o tão esperado dia de folga. Mesmo que sem saber o que fazer, e muito menos com quem fazer, resolvi me arrumar e sair um pouco. Como pretendia passar o dia todo fora, levei comida e uma mochila. O sol lá fora parecia mais brando, e o vento fresco me animava mais, por mais desanimado que eu estava queria esquecer tudo o que mais se passava em minha mente. Sem saber ao certo onde ir, peguei minha bicicleta e saí pedalando a caminho do colégio, como de costume, sem um rumo definido. A sensação do vento no rosto ao fechar os olhos, era como se todos os problemas do mundo sumissem. Sinceramente, queria que aquele momento nunca mais acabasse. Despertei rapidamente de meu "mundo" ao ouvir um carro buzinando à minha frente, histericamente reclamando que eu o atrapalhava. Em um relance abri passarem e pensei que são nesses momentos em que vemos a realidade hipócrita em que vivemos. Quando me dei conta, estava de frente para a praia, então resolvi ficar por ali mesmo. Só tive de atravessar a rua e pisar na areia fria. Lá estava eu, no lugar em que queria estar, em um dia que deveria ser divertido e importante, mesmo que solitário não poderia reclamar. Estendi uma toalha e sentei-me, novamente num movimente lento, fechei os olhos e tentei parar de pensar no mundo à minha volta. O sol fazia com que o escuro dos meus olhos ficasse mais claro, até o momento em que uma sombra para em minha frente. Ao abrir os olhos, estranhamente vejo uma pessoa, no momento em que eu achava ser o único naquele vazio lugar. Com um olhar curioso a pessoa me pergunta: "Ken-kun? O que faz aqui? Hoje é dia de folga, não?" Parei o olhar por instantes, tentando reconhecer aquela voz já que os raios de sol o tapavam o rosto. Estranhamente, era quem eu nunca esperaria estar em um lugar como aquele, o presidente de sala, do 3º colegial, onde eu estudava. Como só o via de longe, não o reconheci à primeira vista e calmamente com um sorriso vergonhoso ele percebeu tal desvio de minha parte e se apresentou: "Ah...desculpe, sou eu, Takaki Okai, lider da sua turma." Num salto levantei-me e o cumprimentei junto com um pedido de desculpas por não ter reconhecido, já que nunca imaginaria uma pessoa séria e centrada como ele num lugar vazio e calmo como a praia perto do colégio. Com várias perguntas na cabeça, só tive a coragem de dizer um simples "oi" e justificar o motivo por eu estar lá. De perto, seu rosto parecia menos sério e tenso, aparentava ser uma pessoa mais simples e delicada diferente da imagem que eu supria dele antes. Em segundos de silêncio foi-me feito um sincero pedido: "Posso sentar com você aqui?" Juntamente com algo estranho dentro de mim, e uma vontade imensa de sorrir, ainda consegui responder, mesmo que gaguejando, algo positivo. Geralmente não sou uma pessoa muito nervosa, mas minha proximidade com uma alguém que mal conheço, algo que não tenho a anos, fez-me perder meu próprio equilíbrio diante do silêncio que voltava a nos cercar. Sinceramente eu não me lembrava mais como era estar tão perto de alguém não sendo em um momento obrigatoriamente social. Ainda preso pela timidez que despertava no momento, consegui coragem para por uma de minhas dúvidas para fora. Ainda olhando para o nada das ondas à minha frente, num só suspiro, falei: "O que você faz aqui?" Então em uma só gargalhada, a qual me tirava mais a imagem que eu tinha dele, respondeu com um grande sorriso no rosto: "Sentir a brisa do mar é algo que acalma mesmo não é? Ainda mais quando se está cansado da falsidade das pessoas... ne?" Naquele momento, sem pensar em quase nada olhei assustado para Takaki-san, não sabendo o que responder afinal qual tipo de pessoa estaria sentada ao meu lado supostamente fazendo o mesmo que eu? Sem deixar o silêncio tomar conta da situação novamente, Takaki-san faz a mesma pergunta que fiz, me lembrando do que realmente acontecia, então respondi um pouco seco e com algo que eu mesmo não sabia até o momento: "He...? Precisei de um tempo para mim mesmo, gosto daqui..." E assim a passos lentos, porém delicados e de certa forma aconchegantes, nossa conversa se estendeu por longas horas, e apesar de ter sido um momento de pura coincidência, era algo que secretamente eu queria ter. Algo que eu não fazia há um bom tempo também. A cada palavra fui conhecendo mais o sério e misterioso representante da sala B do terceiro colegial, minha própria classe, o qual eu alimentava uma imagem quase robótica, e fui descobrindo aos poucos, que eu era uma pessoa muito egoísta. Ainda com um sorriso no rosto, Takaki-san complementou depois de um tempo, minha pergunta inicial: “... realmente não tenho amigos, por isso gosto de vir aqui esquecer um pouco os aborrecimentos do dia a dia. Não gosto de usar minha autoridade para me tornar popular como os outros líderes fazem... acho que é por isso que todos me olham com olhares assustados.*hihi*...e de certa forma gosto disso, mas às vezes sinto falta de dividir meu almoço com alguém." Depois daquilo, descobri que por trás daquela cara fechada, séria e competente, morava uma pessoa simples e simpática, que por mais que a vida fosse cruel, fazia questão de aproveitar cada momento que o fazia feliz com um sorriso no rosto. Takaki-san é filho da diretora, então sentia um peso a mais estudando no próprio colégio onde sua mãe trabalhava. Os misteriosos sumiços dele? Eram somente a hora do almoço na sala abandonada de música. Takaki-san não morava sozinho como eu, mas os pais dele só voltavam à noite, quando ele já estava dormindo. Senti-me um grande idiota ao contar meus motivos a ele. Realmente...um grade egoísta. Resolvemos comer o que eu havia levado e depois fomos andando o caminho de volta, um caminho que passei a ver de forma diferente, com passos bem lentos, e paradas para rir de coisas aparentemente bobas. Quando nos demos conta, a noite chegava e nossas casas estariam próximas, e sem ter certeza de que aquele dia seria único e não voltaria mais vezes, não consegui dizer nada em especial, somente dei a ele uma porção de onigiri que haviam sobrado, como um singelo agradecimento, e com muito custo levantei a cabeça e agradeci pelo dia. Antes que eu me curvasse formalmente, senti um abraço apertado, que apesar de ter sido rápido, para mim foi como se o tempo parasse por completo. No momento fiquei assustado, mas sabia que eu estava feliz, afinal, eu tinha me esquecido de como era um abraço. Ainda sorrindo, só que dessa vez um pouco sem graça, Takaki-san se despediu com palavras que não irei esquecer tão cedo: "Ken-kun obrigado por hoje, foi mesmo muito divertido! Ficaria feliz, se nos tornássemos amigos. Boa noite!" Assim viramos de costas um para o outro e seguimos nossos caminhos, ainda não sabendo como seria o próximo dia de aula. Naquela noite, antes de dormir, ainda recebi uma mensagem no celular, mas não era a mamãe como de praxe. Na mensagem só tinha uma palavra que fechou meus olhos, mas não meu sorriso... "Obrigado!". De mais um dia solitário, aquele misterioso dia de folga, se tornou o dia mais divertido que eu tive até então, as gargalhadas que eu havia dado foram como se eu conseguisse esquecer por completo todos meus problemas, e voltei vagarosamente a acreditar no amor das pessoas e, acima de tudo consegui chamar sem medo, alguém de amigo. Ao voltar às aulas normalmente, passei a almoçar com Takaki-san na sala de música, assim sem perceber, nossa amizade foi crescendo mais. Descobri que aquele estranho dia de folga, havia acontecido por um terremoto que ocorreu na cidade ao lado de Tokyo, onde o pai do Takaki-san morava, e infelizmente havia morrido, foi nesse momento que liguei os fatos. Novamente me senti egoísta... Porém sabendo que eu me tornaria uma pessoa melhor. Por fim, sem muita certeza se eu seria um bom amigo, tomei coragem a me aproximar mais, e ser mais intimo do Takaki-san... Na verdade eu não tinha certeza de nada...mas uma única coisa engraçada dentro de mim me dava forças. Porém, acima de tudo a partir aquele dia na praia, diante da amizade do Takaki-san, eu havia descoberto algo que ainda insistia em se esconder... realmente eu era feliz!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Você é mesmo um...OTAKU??

Meu primeiro post, e já começo direto com um assunto polêmico no meio da cultura japonesa aqui no Brasil, algo que geralmente gera bastante discussões entre pessoas e mais pessoas, mas o verdadeiro caso é...você é mesmo um otaku?? Estava eu "caminhando" por fóruns em blogs, comunidades do Orkut e percebi que o assunto "OTAKU" anda tendo muito destaque entre os participantes dessas discussões. Muitas opiniões diferentes, visões por sua vez distorcidas e muitos... MUITOS absurdos!!! Com a cultura nipônica ganhando mais espaço, a necessidade de se "incluir em um grupo" vista pelos jovens hoje faz com que a realidade seja única: ou você é "Otaku", ou é Lady Gaga ou Emo/Alternativo. Único exclusivamente isso, que pode parecer brincadeira, mas é sim a verdade. Com a popularidade dos animês como os "clássicos" (SIM vou repetir o que todos falam, pois é fato) NARUTO, Bleach, Dragon Ball e os "Shonen-Jump da vida", eventos como Anime Friends começam a crescer de uma forma espantosa, os adeptos ao J-rock (visual kei, Oshare Kei) por si só aumenta da mesma forma, por exemplo, os supostos fãs de An Cafe, assim todos começam a usar toquinhas de mascotes de animês que nem ao menos sabem de que animê saiu aquela criatura, começam a falar "Nyappyyyy" em cada final de frase e o pior de tudo, se achar o rei da cocada japonesa por esse fato. A visão de otaku no Brasil se torna cada vez mais "povão" e o conceito geral que é imposto é o seguinte: "Se você assiste Naruto, vai à escola com toquinha do Kon e ouve An cafe, parabéns, você é um OTAKU!! 8D", assim a palavra otaku acabou se tornando um termo pejorativo. Ultimamente vem aparecendo muitos "otakões" com suas teses sobre o assunto e a maioria querem comparar um otaku do Brasil com um otaku japonês. NÃO DÁ! Simplesmente não tem como, por milhares de motivos, e um dos mais óbvios. 1º: no Japão a palavra otaku, mesmo que seja da grande maioria, não significa SOMENTE fãs de anime e mangá, mas sim "viciados" em algum hobby que passam o dia todo em seus quartos dedicando suas vidas a fazer o que mais gostam. 2º Acaba sendo muita falta de capacidade querer comparar mercado de anime, mangá e cultura pop japonesa, Japão x Brasil. A quantidade de materiais, produtos, DVD's, enfim, coisas relacionadas a esse mundo, no Japão, é ÓBVIO, milhões de vezes maior do que aqui no Brasil. 3º Concepção, comportamento e forma de vida de um otaku japonês é muito diferente de um otaku brasileiro, algo que nem há como comparar, que novamente, pelo aparente fato de que otakus japoneses tem mais acesso a materiais e produtos relacionados ao mundo do mangá e anime, afinal lá é o JAPÃO, “reino do anime e mangá”. Algo que reparei em vários posts lidos foi que: por conta de talvez uma maioria, colocam um padrão de aparência aos otakus. Li um blog muito absurdo falando o seguinte: "Otaku verdadeiro é o NERD, com óculos, babão por hentais, assiste animês de meccha e ouve animê songs...". Concepção FAIL! Que dizer que, só por que Emos gostam de preto, se algum dia eu sair na rua de pretão serei um Emo? Er... Não?? '-' Há tipos e jeitos de se vestir e isso não muda o que você é, não vai mudar seu "nível de otakês" em momento algum! De que adianta a pessoa sair toda cheia de Mokonas pendurados na cintura, orelha de gato e touca na cabeça, camiseta de anime e exalar um anime song por onde anda, se no fundo a pessoa nem sabe o que é na verdade um otaku?? '-' Também é o caso dos “J-rockers” que andam aparecendo ultimamente, a pessoa se veste como o cantor da banda e sai de garganta cheia orgulhosamente falando “SOU UM J-ROCKER” quando perguntamos que estilo ela gosta; não é ser contra, absolutamente o contrário, acho incrível da parte da pessoa se vestir assim e sair pelas ruas do Brasil, sabendo o quanto o povo brasileiro é preconceituoso, mas o problema é: J-rocker tem uma banda de j-rock, e não é um estilo de moda e sim os integrantes de uma banda do respectivo estilo musical japonês, afinal o oshare kei e o visual kei estão aí como rótulos de estilo não é mesmo?? Outro caso polêmico, (que com certeza as pessoas desse perfil que lerem isso vão querer me matar XD) é que...NÃO EXISTE OTAKU COM MENOS DE 15 ANOS!! Não MESMO!! Essas crianças de 12 e 13 anos naruteiras, não são otakus, podem ser fãs de animê, mangá e cultura japonês, mas não são otakus, pelo simples fato de que, crianças NÃO TÊM BAGAGEM pra ser um Otaku. É só você entrar, por exemplo, no site de relacionamentos, Orkut, e ver. Vem uma criança de 13 anos e fala de boca cheia, EU SOU OTAKU, aí você pergunta: "Quais animes você já assistiu?"; e ela fala: "Já vi Hellsing, Naruto, Bleach e Code Geass". Aí você pergunta depois: "Quais mangás vc já leu??" e ela responde na lata: "Não leio mangás, não gosto de ler, prefiro animê". Será que isso é mesmo um otaku?? Com certeza...NÃO! Na verdade nem me sinto otaku de verdade, pois não tenho bagagem suficiente pra isso, só terei lá pelos meus 20 anos, aí sim, poderei me considerar Otaku MESMO (afinal não sou lá tão fã de animes, curto mais mangás mesmo)!! Não, não estou falando que ataku é somente quem tem 20 anos, mas sim quem passa a conhecer, a ler, participar de todo esse mundo de forma ABRANGENTE. O "ser otaku" é algo que acontece naturalmente com o tempo, é tipo quando a pessoa se torna adolescente, você não vai acordar um dia e dizer, "HOJE SEREI ADOLESCENTE!!", ninguém faz isso, quando percebe por si só já é um, e assim é com "ser otaku", algo que a gente não fica se matando pra ser, isso surge com o tempo, com os mangás que já leu, de diferentes públicos, com os animes que já viu, de diferentes épocas, com a admiração pela cultura nipônica em si, incluindo costumes, comida, música e etc., onde é um dos pontos principais, afinal, quem gosta restritamente de "anime e mangá" não é tão otaku...pode até ser, mas de uma forma leviana, na visão BRASILEIRA. Na verdade os otakus em si acabam se sentindo ofendidos de certa forma, pois, SIM, os "otakuxus" de hoje em dia acabam passando uma imagem negativa e de certa parte tosca desse mundo. O que fazer então?? NADA!! Ninguém vai conseguir dizimar otakus-poser, narutards, "emuxos j-rock", já que, creio (e espero) que seja só uma onda, assim como foi a onda Rebelde, ou a onda Malhação passe com o tempo. Só fechando, o caso “otaku” no Brasil, é algo muito complicado de se discutir, e pesquisei e ouvi muitas opiniões antes de escrever esse post, então a visão geral é relatar mais o comportamento otaku no BRASIL, pois creio eu que em cada país tenha uma pitada de diferença. Peço desculpas novamente se pessoas se sentiram ofendidas, mas analisem o fato!! ^_^~ Até mais!! Jya ne bai bai!! *-*/

sábado, 10 de abril de 2010

Mais que um sonho...!! *-*9

Minna konnichiwa!! *-*/
Esse é meu primeiro post "oficial" então não sei muito bem o que falar aqui ne.
Há tempos estava querendo criar um blog, mas veio uma dúvida cruel..."BLOG SOBRE O QUE"?? O_O"
Bom...claro que era uma pergunta meio sem noção já que meu mundo gira praticamente em volta de coisas relacionadas ao Japão, então por que não fazer um blog sobre isso ne!! ^_^~
Desde que me entendo por gente eu desenhava, mas comecei a me interessar por mangá quando comprei uma revista de "Curso prático de Mangá" sem nem saber o que era!! XD *periiiigo* G_G"
Quando vi os desenhos da tal revista, automaticamente me lembrei de um "desenho animado" que assistia todos os dias...Sailo Moon!!
E esse foi meu primeiro empurrão para esse mundo que tanto amo!! *-*
Diferente da maioria, conheci anime e mangá sozinho, e como não tinha computador nem internet no começo, comprava varias revistas sobre o assunto. Além de que não conhecia ninguém que gostasse dos "desenhos japoneses" (animês), então entrei nessa grande "aventura" só com coragem, dedicação e...dinheiro!! XDD~
Sinceramente...? Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, hoje se tornou um caminho que quero seguir até o fim, e conseguir me tornar um mangáká, além de sonho, é uma missão de vida para mim!! =^_^=
Ir para o Japão, ser mangaká, desenhar, conseguir viver fazendo o que quero é meu objetivo, então vou me esforçar sempre,sempre por isso ne!!
Hoje faço faculdade de Letras na Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso), faço nihongo na kaikan (associação dos japoneses) na minha cidade, além de desenhar, fazer costume play e meu "mini-hobby" que é o karaoke em nihongo!! ^.^V
Mais para frente, aprofundarei mais nos assuntos propostos no blog ne. Só queria me apresentar mesmo!! Arigatou por lerem e espero que me acompanhem sempre!! #^_^#

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Minasan koko he wa boku no burogu desu~Yoroshiku!! ( =^_^=)v